baú de histórias

joão e maria

Relata a aventura dos irmãos João e Maria, filhos de um pobre lenhador, que de acordo com esposa, decide largá-los na floresta porque a familia não tem mais condições de mantê-los. Na procura pelo caminho de volta, as crianças encontram uma casa coberta de guloseimas e, com fome, começam a comer os doces.
São recolhidos por uma bruxa que não tinha boa intenção com as crianças. Mesmo dando de comer a elas, a bruxa queria matá-los. Porém, espertas, as crianças é que acabam enganando a bruxa. Finalmente, João e Maria escapam e encontram o caminho de volta para casa, levando consigo tudo o que de melhor tinha na casa da bruxa.

 

cinderela

Cinderela era filha de um comerciante rico, porém quando seu pai morreu, a madrasta malvada e as duas filhas fizeram Cinderela de criada. Um dia houve um baile, mas Cinderela não poderia ir pois tinha de limpar a casa e não tinha um vestido bonito para usar na festa. Sua fada madrinha apareceu e limpou toda a casa num piscar de olhos e deu um vestido lindo para Cinderela, porém, ele só duraria até meia noite.
O príncipe se apaixonou por Cinderela e, na volta para casa, ela deixou cair na escada seu sapatinho de cristal. Querendo encontrá-la, o príncipe ordenou que todas as moças do reino experimentassem o sapato. Cinderela experimentou e o sapato serviu. A jovem e o príncipe se casaram e viveram felizes para sempre.

 

peter pan

Peter Pan é um personagem criado por J. M. Barrie; é também o nome de uma peça de teatro, de um livro para crianças e de várias adaptações destes. O personagem é um pequeno rapaz que se recusa a crescer e que passa a vida a ter aventuras mágicas.

 

o gato de botas

Um moleiro possuia três bens: um moinho, um burro e um gato. Ele resolve repartí-los entre os três filhos na hora da morte. O filho mais moço, que recebeu o gato, ficou muito descontente, mas o gato demonstrou que um amigo leal e astuto vale mais que as riquezas.

 

alice no país das maravilhas

Destaca-se na história a figura do Coelho, o qual leva a menina para o poço, e as figuras do jogo de cartas, que se movem loucamente, se analisadas sob o ponto de vista da realidade do mundo, mas que ainda assim conservam uma curiosa lógica em seus atos, específica das relações que mantêm com os demais personagens. Cabe à garotinha assistir e tentar compreender todo esse jogo, antes que sua irmã a acorde e a traga de volta para seu próprio ambiente, controlado e conhecido.
Um dos motivos pelo qual muitos leitores não compreendem a história e a consideram sem sentido é que Carrol incorporou várias alusões a poemas da era vitoriana e até mesmo a seus conhecidos, o que pode não ser entendido por não-ingleses, a não ser no caso de carrollianos e leitores do livro Annotated Alice, de Martin Gardner.


branca de neve

Relata a história da princesa Branca de Neve, assim chamada por ter a pele muito branca, os lábios vermelhos como o sangue e os cabelos negros como o ébano e que vivia num lindo castelo com seu pai e sua mãe. Havia um príncipe do reino vizinho que muito a admirava mas que secretamente. Passado algum tempo, o rei enviuvou e voltou a casar com uma mulher belíssima, mas extremamente cruel e, além disso feiticeira que desde o primeiro dia tratou muito mal a menina.
Quando o rei morreu, a feiticeira, vendo que a Branca de Neve possuiria uma beleza que excederia a sua, obrigou-a a fazer todo o trabalho no castelo. A rainha tinha um espelho mágico e todos os dias lhe perguntava quem era a mulher mais bonita do mundo. Todas as vezes o espelho respondia que era ela. Um dia, ao fazer a habitual pergunta, o espelho respondeu que a rainha era bela, mas que Branca de Neve era mais bela do que ela. A inveja da malvada rainha a fez mandar um caçador levar Branca de Neve, ao bosque, e lá matá-la. Como prova de que havia cumprido este ato, ordenou-lhe que trouxesse o coração de Branca de Neve. Mas o caçador teve pena da princesa e poupou-lhe a vida, ordenou-lhe que fugisse. Para comprovar que havia obedecido às ordens da madrasta, entregou-lhe o coração de um veado.

 

a bela adormecida

A Bela Adormecida é um conto de fadas, criado pelo escritor francês Charles Perrault, sobre uma princesa que é enfeitiçada para dormir até que um príncipe encantado a desperte com um beijo de amor.

O conto foi adaptado para o balé por Tchaikovsky e para o cinema por Walt Disney.

Uma princesa ao nascer foi abençoada com três dons, porém, recebeu também a maldição de que ao 16 anos de idade cairia num sono eterno. A maldição se concretizou e não só a princesa, mas todos no castelo ficaram adormecidos até a chegada de um príncipe encantado que beijaria a princesa e quebraria a maldição.


a cigarra e a formiga

A Cigarra e a Formiga é uma das fábulas atribuídas a Esopo e recontada por Jean de La Fontaine.Tendo a cigarra cantado durante o verão, Apavorou-se com o frio da próxima estação. Sem mosca ou verme para se alimentar, Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha, pedindo-lhe alguns grãos para agüentar Até vir uma época mais quentinha! - "Eu lhe pagarei", disse ela, - "Antes do verão, palavra de animal, Os juros e também o capital." A formiga não gosta de emprestar, É esse um de seus defeitos. "O que você fazia no calor de outrora?"Perguntou-lhe ela com certa esperteza. - "Noite e dia, eu cantava no meu posto, Sem querer dar-lhe desgosto."- "Você cantava? Que beleza! Pois, então, dance agora!"



a galinha ruiva

sinopse indisponível.

 

a pequena sereia

A Pequena Sereia é um conto de Hans Christian Andersen.

Nele, uma pequena sereia, apaixonada por um homem mortal, recorre uma bruxa para que possa assumir uma forma humana e assim se aproximar de seu amado. No processo acaba abrindo mão de sua imortalidade e perdendo a capacidade de falar. Para que o encantamento se tornasse permanente, a pequena sereia deveria conquistar o amor de seu escolhido; caso contrário, haveria de se transformar em espuma do mar, algo mais terrível que a própria morte, uma vez que sereias não têm alma, não podendo assim morrer.

A sereiazinha acaba falhando em seu propósito. Comovida com sua situação, suas irmãs fazem um trato com a bruxa do mar. Em troca de suas belas cabeleiras, a bruxa lhes dá uma faca, com a qual a pequena sereia deveria matar seu amado. Desta forma, estaria livre de seu triste fim. Contudo, ela, em nome do amor, abdica da própria existência e, ao fim, desaparece nas águas em forma de espuma do mar.

 

chapéuzinho vermelho

A Pequena Sereia é um conto de Hans Christian Andersen.

A mãe de Chapeuzinho pede à menina que atravesse a floresta para visitar a avó, e para levar-lhe um pote de manteiga com um pouco de bolo. No caminho, Chapeuzinho Vermelho encontra-se com o lobo, que era mau e feio. O lobo pergunta: - Para onde você vai?
- Vou à casa da vovozinha, que está muito doente, levar-lhe um presente da mamãe.
- Onde fica a casa de sua avó?
- Atrás da floresta, na última casa.

O lobo aposta com a menina que chegará antes dela à casa da avó . Quando Chapeuzinho chega, e chama pela avó, o lobo disfarça a voz, pedindo a menina que erga o ferrolho da porta e entre. Ela entra e acha tudo que está acontecendo muito estranho: a avó está peluda, com orelhas grandes, olhos arregalados, boca enorme e uma voz de "lobo mau". O lobo, que já havia devorado a avó, quis devorar a menina também.

Existem muitas outras versões, inclusive com outros personagens, como o caçador. No decorrer dos tempos, o conto foi sendo adaptado para cada público, sendo no entanto, mais aceita pelo público infantil.

 

o patinho feio

Um filhote de cisne é chocado no ninho de uma pata. Por ser diferente de seus irmãos, o pobrezinho é perseguido, ofendido e maltratado por todos os patos e galinhas do terreiro.

Um dia, cansado de tanta humilhação, ele foge do ninho. Durante sua jornada, ele vai parar em vários lugares, mas é mal recebido em todas. O pobrezinho ainda tem de agüentar o frio do inverno.

Mas, quando finalmente chega a primavera, ele abre sua asas e se une a um majestoso bando de cisnes, sendo então reconhecido como o mais belo de todos.



o velho, o garoto e o burro

sinopse indisponível.

 

 

os três porquinhos

Os personagens do conto são três porquinhos - Prático, Heitor e Cícero - e um lobo mau, cujo objetivo era devorar os porquinhos. Ao decidirem sair da casa de sua mãe (em algumas versões, da avó), eles foram construir cada um a sua própria casa.

Cícero, o mais preguiçoso, não se queria cansar e construiu uma cabana de palha. Heitor, decidiu construir uma cabana de madeira. Prático optou por construir uma casa melhor estruturada, com cimento e tijolos.. Como a sua casa demorou mais tempo para ser construída, Prático via os irmãos divertindo-se enquanto se esforçava para terminar o trabalho.


Este conto mostra que o empenho é fundamental em tudo o que fazemos.